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 Jornal Rede Metrópole Litoral: 04/03/2026

 Fotos: Reprodução Internet

         

 

 

ENTENDA O CONFLITO NO IRÃ:



 

    
 

     As forças armadas dos Estados Unidos e de Israel atacaram o Irã, na madrugada de sábado (28 de fevereiro), iniciando uma guerra contra o país do Oriente Médio. Os bombardeios que atingiram diversas cidades iranianas mataram o chefe de estado e líder religioso máximo, o aiatolá Ali Khamenei.

     Os ataques prosseguiram nos dias seguintes, por meio de bombas aéreas, mísseis disparados de território israelense e de embarcações de guerra norte-americanas. O Irã revidou, lançando bombas sobre Israel e sobre alvos norte-americanos, espraiando prejuízos pela região: foram atingidas áreas no Iraque, Catar, Emirados Árabes Unidos, Bahrein e Omã.

     O grupo libanês Hezbollah, aliado do Irã, lançou bombas contra Israel, que bombardeou suas posições no Líbano. O Irã financia e apóia grupos terroristas que enfrentam Israel na região. O Hezbollah é o principal deles.

     Desde 2023, Israel e Hezbollah vinham trocando ataques. Houve um cessar-fogo em outubro de 2024, mas os confrontos voltaram após a nova escalada contra o Irã feita no fim de semana. Hoje, em resposta, a fronteira do Líbano está cercada por militares israelenses.

     O argumento oficial de Washington e de Tel Aviv é que o ataque aconteceu porque o programa nuclear iraniano representa uma ameaça. O temor é que o Irã esteja se aproximando da capacidade de produzir uma arma nuclear. Hoje, nove países possuem armas nucleares: Estados Unidos, Rússia, China, França, Reino Unido, Índia, Paquistão, Coreia do Norte e Israel. Vale lembrar que o Irã sempre negou que esteja buscando desenvolver uma bomba.

     Em 2015, o governo de Barack Obama assinou um acordo com o Irã. Nele, o país limitava seu programa nuclear e aceitava fiscalização internacional. Em troca, teria alívio de sanções econômicas. Em 2018, no primeiro mandato, Donald Trump quebrou esse acordo. Sem o pacto, o Irã passou a ampliar o enriquecimento de urânio. Em 2025, houve um aumento da tensão nesse assunto e os EUA atacaram instalações nucleares iranianas. Desde então, tentavam negociar novos limites e, em fevereiro deste ano, os dois países tentaram negociar em reuniões, mas houve uma queda de braço: Os americanos exigiam redução drástica do enriquecimento, entrega do estoque acumulado e desmonte de instalações estratégicas. O Irã dizia que não abriria mão do direito de enriquecer urânio. Logo, os ataques ocorreram após várias rodadas de negociações e quando elas ainda estavam em curso - havia uma reunião marcada para segunda-feira (2).
 

     Além do líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, chefes militares do país também morreram em bombardeios atribuídos aos Estados Unidos e a Israel. De acordo com a TV estatal e agências oficiais, o chefe do Estado-Maior das Forças Armadas, Abdolrahim Mousavi, e o ministro da Defesa, Aziz Nasirzadeh, foram mortos em um ataque aéreo enquanto participavam de uma reunião do Conselho de Defesa, no sábado. As autoridades persas também relataram a morte do comandante da Guarda Revolucionária, Mohammad Pakpour, e de Ali Shamkhani, ligado ao Conselho de Defesa. O presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, por sua vez, está vivo, bem como o chefe do Judiciário, Gholamhossein Mohseni Ejei.

     As Forças de Defesa de Israel confirmaram a morte de Hussein Makled, chefe do quartel-general de inteligência do grupo terrorista Hezbollah, em um "ataque preciso" realizado em Beirute na segunda- feira, (2).

     Uma reportagem no jornal O Antagonista diz que o perfil oficial do Centro de Comando dos Estados Unidos (CENTCOM) anunciou nesta segunda-feira, 2, ter destruído os onze navios iranianos atracados no Golfo de Omã. O perfil oficial do Centro de Comando dos Estados Unidos (CENTCOM) anunciou nesta segunda-feira, 2, ter destruído os onze navios iranianos atracados no Golfo de Omã. Segundo o comando, a ação marca o fim do “assédio” e dos “ataques” do regime iraniano contra a navegação internacional na região. “Há dois dias, o regime iraniano tinha 11 navios no Golfo de Omã; hoje, não tem NENHUM. O regime iraniano tem assediado e atacado a navegação internacional no Golfo de Omã há décadas. Esses dias acabaram. A liberdade de navegação marítima tem sido a base da prosperidade econômica americana e global por mais de 80 anos. As forças americanas continuarão a defendê-la”, diz a publicação.

     O Golfo de Omã é uma das áreas mais estratégicas por conectar o Oceano Índico ao Estreito de Ormuz, por onde passa cerca de 20% do petróleo mundial. É considerada uma “porta de entrada” para uma das principais rotas energéticas do mundo. Qualquer ataque à região pode influenciar no preço do petróleo, e por isso, o golfo é monitorado de perto pelos Estados Unidos.

     O petróleo Brent registrou altas entre 7% e 13% nas aberturas de mercado após os ataques. A grande incógnita para os analistas reside na duração do conflito e na integridade logística das rotas de escoamento. Rogério Ceron, secretário do Tesouro Nacional, foi enfático nesta segunda-feira (2): "A escalada da guerra no Oriente Médio pode afetar a economia brasileira, caso o preço do petróleo ultrapasse os US$ 100". Ele ponderou, entretanto, que no patamar atual — entre US$ 75 e US$ 85 — o risco inflacionário imediato ainda é contido pela valorização recente do real.






 

 

           

 

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