O PCO (PARTIDO DA CAUSA OPERÁRIA) REALIZARÁ ATO
PARA COMEMORAR O ATAQUE DO HAMAS CONTRA ISRAEL, 07 DE OUTUBRO, EM SÃO PAULO.
Presidente Lula anuncia o Desenrola Brasil
e fala sobre o fim da escala 6x1:
Fim da escala 6x1 foi igualmente lembrado em alocução
do Chefe da nação,o presidente da república, Luiz Inácio Lula da Silva,
declarou nesta quinta-feira, 30 de abril, em pronunciamento pela efeméride do
Dia do Trabalhador, que o novo "Desenrola Brasil", programa de composição
amigável de débitos destinado à população endividada, será instituído na
próxima segunda-feira, 04 de maio.
A iniciativa, conforme elucidou, deverá facultar
abatimentos de até 90% do valor das dívidas, permitindo-se ainda a utilização
de até um quinto dos valores depositados no fundo de garantia do tempo de
serviço para a liquidação das obrigações. Salientou o Presidente que aqueles
que aderirem ao programa ficarão, pelo espaço de um ano, bloqueados em todas
as plataformas de apostas em linha, denominadas Bets. "Não é justo que as
mulheres tenham que trabalhar ainda mais para pagar as dívidas de jogo dos
maridos. Não foi nosso governo que deixou as Bets entrarem no Brasil, mas é o
nosso governo que vai colocar um limite à destruição que elas vêm causando",
afirmou o presidente em cadeia nacional de Rádio e TV.
O programa, reformulação de política pregressa de
renegociação, tem por escopo aliviar o orçamento das famílias, mormente
daquelas oprimidas por dívidas de custo elevado, tais como as que provém do
cartão de crédito e do cheque especial. Projeta, o governo efeito relevante na
economia, inclusive com a liberação de recursos do FGTS para o pagamento de
débitos.
Lula destacou, ainda, que o fim da escala 6x1
representa “passo histórico” para o pais. A proposta, já remetida ao Congresso
Nacional, prevê a redução da jornada à 40 horas, com dois dias de descanso,
sem diminuição de salários. Na sua fala, ele asseverou que a medida
busca aprimorar a qualidade de vida dos trabalhadores, dilatando-lhes o tempo
de repouso e de convivência familiar, além de harmonizar o Brasil com os
modelos de jornada tidos por mais equilibrados em outras nações. "A elite
brasileira sempre foi contra melhorias para o trabalhador: o salário mínimo,
as férias remuneradas, o 13º salário. A turma do andar de cima disse que cada
uma dessas conquistas ia quebrar o Brasil. E o Brasil nunca quebrou por dar
direito aos trabalhadores", disse Lula. "Sempre ficou mais forte. Porque toda
vez que a vida do trabalhador melhora, a roda da economia gira com mais força,
e todo mundo acaba ganhando. É isso que vai acontecer com o fim da escala 6x1
no Brasil", complementou.
O tema tem sido uma das principais apostas do
Governo na agenda trabalhista e já se encontra em tramitação no Congresso
Nacional, com expectativa de avanço nas próximas semanas. Além dessas duas
providências, Lula versou ainda sobre outros assuntos no discurso, tais como
as taxas reduzidas de desemprego e de inflação, a ampliação da licença
maternidade, as alterações no imposto de renda e o auxílio para o gás de
cozinha. Afirmou, por último, que, a despeito dos conflitos no Oriente Médio,
as ações do Governo brasileiro têm impedido que a população padeça dos efeitos
da elevação global do preço do petróleo. "Quando os combustíveis sobem, o
custo do transporte cresce, o preço dos alimentos aumenta e o custo de vida
fica mais caro para o povo. Mas o nosso governo agiu rapidamente. Com muito
esforço, tiramos os impostos dos combustíveis, tomamos uma série de medidas
urgentes para conter o aumento dos preços, garantir o abastecimento e aliviar
o peso da guerra sobre as famílias brasileiras", complementou.
PCO comemorará ataque do Hamas à
Israel, em ato no Lago do Arouche, em São Paulo:
O Partido da Causa Operária (PCO) marcou uma
manifestação para comemorar os dois anos do que chama de
"gloriosa" operação do Hamas. O ato público está previsto para o dia 7
de outubro, às 19h, no Largo do Arouche, no bairro República, na área central
de São Paulo. O partido defendeu, em uma publicação na rede social X, que
"7 de outubro será lembrado eternamente como um dos mais
gloriosos dias da história. Neste dia, o povo de um pequeno país, de dentro de
um campo de concentração financiado pelos governos mais poderosos da história,
decidiu dar um basta".
O partido considera que, de dentro da Faixa de Gaza, o
Hamas lançou a operação Dilúvio de al-Aqsa e derrotou o Estado de Israel.
"É uma das maiores conquistas dos oprimidos em toda a
história", diz o PCO.
O deputado estadual Guto Zacarias (União-SP)
protocolou nesta segunda-feira (29) uma representação no Ministério Público
Federal (MPF) para impedir o ato convocado pelo Partido da Causa Operária
(PCO) em São Paulo. A manifestação está marcada para 7 de outubro, data que
coincide com o segundo aniversário dos ataques do grupo terrorista Hamas
contra Israel, que deixaram cerca de 1,2 mil mortos.
Na convocação divulgada nas redes sociais, o PCO
se refere ao episódio como “resistência na Palestina”
e homenageia supostos “mártires” da operação. O
deputado, ligado ao Movimento Brasil Livre (MBL), considera a iniciativa como
“apologia ao terrorismo, incompatível com a Constituição
e com a democracia”.
Na representação, Zacarias pede que o MPF adote medidas
para barrar a realização do ato e sua divulgação, além de congelar recursos
destinados à manifestação. O parlamentar também solicita que a Procuradoria
avalie a extinção do partido por afronta à ordem constitucional.
“O terrorismo não pode ser relativizado nem tratado como
expressão política legítima. O Brasil repudia o terrorismo em qualquer forma,
e defender quem pratica tais crimes é atentar contra a democracia e os
direitos humanos mais básicos”, declarou o deputado.
Nós, do Jornal Rede Metrópole Litoral, tentamos
conversar com algum dos representantes do partido, pelos telefones
disponibilizados no site do TSE, mas, não tivemos sucesso.
VEJA OS DETALHES SOBRE A CONDENAÇÃO DE JAIR
BOLSONARO:
MOTOCIATA COM BOLSONARO REÚNE MILHARES DE MOTOCICLISTAS.
Ex-presidente participa de motociata.
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) participou nesta
terça (29) de uma motociata com apoiadores pelas ruas de Brasília.
Não houve discursos durante o evento. Por volta das 15h, Bolsonaro chegou à Granja do Torto, onde foi montado um ponto de encontro. Desceu do carro, cumprimentou motociclistas e acenou ao público sentado no teto do veículo.
Além da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, acompanharam o ex-presidente no carro de som o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), a vice-governadora do DF Celina Leão, os deputados Hélio Lopes (PL-RJ) e Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), e o senador Marcos Rogério (PL-RO).
O carro de som puxou a motociata, que saiu do Torto, passou pelo Eixo Norte e parou nas proximidades da Rodoviária do Plano Piloto. Lá, Bolsonaro desceu para cumprimentar apoiadores.
Em seguida, ele seguiu de carro até outro ponto próximo, onde abraçou a senadora Damares Alves (Republicanos-DF), antes de deixar o local.
Durante o trajeto, alguns participantes carregavam cartazes com críticas ao ministro Alexandre de Moraes, relator das ações contra Bolsonaro no STF. Frases como “Fora Moraes”, “O bem venceu porque é maior”, “Bolsotrump” e “Trumponaro” podiam ser vistas.
Bolsonaro deixou o evento em direção à sua
residência por volta das 16h para cumprir as medidas que impõem que ele deva permanecer em casa das 19h às 6h.
Plebiscito em 2026 para restaurar a Monarquia no
Brasil. Leia mais.
Há previsão para análise de pedido de um novo plebiscito para 2026 visando
dar ao povo a escolha entre os regimes: parlamentarismo, república e
monarquia.
Quem propõe visa novamente trazer o assunto para tentar restaurar a monarquia
parlamentarista no Brasil.
O assunto já foi alvo de plebiscito em 21 de abril de 1993 e o povo preferiu a
República Presidencialista, que concentra poder nas mãos de um presidente,
rejeitando a Monarquia Parlamentarista.
Porém os desejosos pela Monarquia não desistem, e o movimento monarquista
brasileiro cresce. Para eles a república presidencialista se mostrou não
efetiva, tendo que gastar orçamentos que poderiam ser investidos no povo, para
comprar apoio no senado e câmara, com a monarquia parlamentarista, o partido
eleito teria mais autonomia para governar, sem precisar usar dinheiro público
para ter apoio, alegam.
O Movimento Monarquista afirma que países como Espanha, Inglaterra, Dinamarca,
o parlamentarismo monárquico, tem se mostrado efetivo, os índices de corrupção
são baixos, e os investimentos públicos são altos, porque o partido eleito
pelo povo, tem mais autonomia para governar em um sistema parlamentarista.
No caso, trocaríamos o atual sistema de governo, e elegeríamos um partido e o
1º ministro, e o imperador seria a unidade, como foi Dom Pedro, exercendo o
Poder Moderador.
Além do voto popular, para a monarquia ser re-instaurada, seria necessária uma
emenda constitucional que alterasse a forma de governo. Esse processo exigiria
aprovação por maioria qualificada em ambas as casas do Congresso Nacional.
Quem abriu esse plebiscito foi o paulista identificado como Ilgner A.D.L. na
ficha enviada ao Senado, no qual defende que a república presidencialista “não
se mostrou efetiva, tendo que gastar orçamentos, que poderiam ser investidos
no povo, para comprar apoio no Senado e Câmara”.
Caso o plebiscito seja aprovado e se os brasileiros forem convencidos a
rejeitar o Presidencialismo e optem pela volta da monarquia, quem assumiria o
poder seria Dom Bertrand de Orleans e Bragança, 84 anos, bisneto da princesa
Isabel e trineto do último imperador do país, Dom Pedro II..
COM BAIXÍSSIMA POPULARIDADE, GASTOS COM
MARKETING CHEGAM AO ESPAÇO COM LULA:
Queda extrema na popularidade
de Lula:
Entre outros gastos que chegam às alturas, o presidente Lula tem dado
maior atenção à publicidade.
Entre ministérios, bancos e estatais, os contratos de publicidade do
governo de Luiz Inácio Lula da Silva podem atingir R$ 3,5 bilhões em
2025, depois da finalização de diversas licitações em aberto para a
seleção de agências de propaganda.
Esse aumento ocorre enquanto o presidente tenta reverter a queda em sua
popularidade e melhorar a divulgação dos programas da gestão. Em
janeiro, Lula substituiu a liderança da Secretaria de Comunicação Social
(Secom), depois de criticar publicamente a pasta. O objetivo agora é
promover programas, como o Pé-de-Meia, do Ministério da Educação, e Mais
Acesso a Especialistas, do Ministério da Saúde.
Melhores Momentos do último debate
entre Lula e Bolsonaro, exibido na TV Globo no dia 28/10/2022.
Debate Lula X
Bolsonaro.
Assista na íntegra o que seria o
debate de Lula X Bolsonaro, exibido pela TV Record, 23/10. O candidato Lula foi convidado
mas negou o convite e não compareceu a mais este debate.
Debate Lula X Bolsonaro.
Veja na íntegra o
que seria o debate entre os candidatos Lula e Bolsonaro exibido na TV
SBT no dia 21/10. O candidato Lula não compareceu alegando
incompatibilidade com sua agenda política.
Debate Presidencial
Acompanhe na íntegra o debate
presidencial do 2º turno de Lula e Jair Bolsonaro exibido pela TV
Bandeirantes em 16/10.