SPACE X FAZ LANÇAMENTO TESTE Nº 10
DA MAIOR ESPAÇONAVE JÁ CONSTRUÍDA:
Space X quebra recordes novamente
e faz 10º vôo de teste da Starship B16, a maior espaço-nave já
construída.
A SpaceX
realizou nesta terça-feira (26) o 10º vôo de teste da Starship,
considerada a nave espacial mais poderosa já construída. O lançamento
aconteceu em Boca Chica, no Texas (EUA), às 20h30 (horário de Brasília).
Diferentemente das tentativas anteriores, a missão
alcançou um marco inédito: pela primeira vez, a Starship colocou em órbita
carga útil, levando oito protótipos de satélites da Starlink, divisão da empresa
voltada para internet.
Outro destaque foi o pouso bem-sucedido do foguete propulsor Super Heavy
no Golfo do México, etapa essencial para futuras missões. Até então, a
façanha não havia sido concluída com êxito.
O vôo, assim como os anteriores, não foi tripulado. Inicialmente, o
lançamento estava previsto para os dias 24 e 25, mas precisou ser adiado
em razão de um vazamento de oxigênio líquido e, posteriormente, pelas
condições climáticas desfavoráveis.
SPACE X FAZ LANÇAMENTO TESTE Nº 10 DA MAIOR
ESPAÇONAVE JÁ CONSTRUÍDA:
Space X quebra recordes novamente
e faz 10º vôo de teste da Starship B16, a maior espaço-nave já
construída.
A SpaceX
realizou nesta terça-feira (26) o 10º vôo de teste da Starship,
considerada a nave espacial mais poderosa já construída. O lançamento
aconteceu em Boca Chica, no Texas (EUA), às 20h30 (horário de Brasília).
Diferentemente das tentativas anteriores, a missão
alcançou um marco inédito: pela primeira vez, a Starship colocou em órbita
carga útil, levando oito protótipos de satélites da Starlink, divisão da empresa
voltada para internet.
Outro destaque foi o pouso bem-sucedido do foguete propulsor Super Heavy
no Golfo do México, etapa essencial para futuras missões. Até então, a
façanha não havia sido concluída com êxito.
O vôo, assim como os anteriores, não foi tripulado. Inicialmente, o
lançamento estava previsto para os dias 24 e 25, mas precisou ser adiado
em razão de um vazamento de oxigênio líquido e, posteriormente, pelas
condições climáticas desfavoráveis.
Um assessor do
presidente da Rússia, Vladimir Putin, lançou na segunda-feira (9/6) uma nova
ameaça em nome do governo russo: caso a Ucrânia e a OTAN tentem recuperar os
territórios ucranianos ocupados pelas tropas russas, o resultado poderá ser
uma “guerra nuclear”, cenário que, segundo ele,
representaria “o fim do mundo”.
A ameaça foi feita por Vladimir Medinsky, assessor
direto de Putin e líder da delegação russa nas negociações de paz com a
Ucrânia. Em declaração, segundo a agência estatal russa Tass, Medinsky afirmou
que uma simples interrupção do conflito, sem um acordo sólido, será
insuficiente e extremamente perigosa. “Se o conflito for
interrompido na linha de frente e não houver um acordo de paz real — apenas um
cessar-fogo — então isso vai se transformar, sabe, como aquela região
disputada entre Armênia e Azerbaijão, o Carabaque”, declarou.
Medinsky ainda alfinetou a Otan (Organização do Tratado
do Atlântico Norte), ressaltando que caso a Ucrânia se junte aos seus aliados,
e a organização, será o “fim do mundo”.
"Depois de algum tempo, a Ucrânia, junto com a Otan e
seus aliados, entrará na aliança, tentará retomar o território, e isso será o
fim do mundo — será uma guerra nuclear”, destacou.
A tensão entre Rússia e Otan remonta à Guerra Fria, mas
se intensificou com a expansão da aliança militar para o Leste Europeu após o
colapso da União Soviética, algo visto por Moscou como uma ameaça direta à sua
segurança.
A crise atingiu novo patamar com a anexação da Crimeia
em 2014 e a invasão da Ucrânia em 2022, motivadas, segundo o Kremlin, pela
aproximação ucraniana com o Ocidente. Por sua vez, a organização sustenta que
atua defensivamente e que países do Leste buscam proteção contra a crescente
assertividade russa.
Fonte: Metrópoles.com.
VENEZUELA DÁ CALOTE DE 10 BI NO BRASIL.
Venezuela não paga dívida, e brasileiro
paga por isso!
O governo do
ditador venezuelano Nicolás Maduro deve ao Brasil, hoje, mais de US$ 1,7 bilhão
(cerca de R$ 10 bilhões), mas ignora sistematicamente as cobranças feitas por
via diplomática e técnica.
Os números
constam em um documento enviado ao Congresso pela secretária de Assuntos
Internacionais do Ministério da Fazenda, Tatiana Rosito, em resposta a um
requerimento do deputado Nikolas Ferreira (PL-MG).
O parlamentar
questionava o impacto da inadimplência venezuelana sobre os cofres públicos — e
os dados falam por si. O calote inclui valores já pagos pela União aos bancos
financiadores dos projetos, além de juros acumulados por atraso. O Tesouro
Nacional, que cobre essas dívidas por meio do Fundo de Garantia à Exportação (FGE),
precisará desembolsar novos recursos públicos, como os US$ 16 milhões (R$ 90
milhões) previstos até junho, caso Caracas siga inadimplente. Em outras
palavras: a conta chega ao contribuinte brasileiro.
A dívida nasceu
durante os anos de bonança petista e chavista, quando Lula e Hugo Chávez
orbitavam juntos em torno de uma utopia sul-americana de integração econômica.
O Brasil, por
meio do BNDES, financiou obras grandiosas na Venezuela, como a expansão do metrô
de Caracas e a construção da Siderúrgica Nacional.
O modelo era
simples: o BNDES emprestava o dinheiro, empreiteiras brasileiras executavam os
projetos, e o país contratante — no caso, a Venezuela — reembolsava os valores.
Mas quando o devedor não paga, entra em cena o FGE, uma espécie de seguro público
contra calotes externos.
Esse fundo,
alimentado com dinheiro do Orçamento da União, cobre os prejuízos dos bancos
quando um país inadimplente — como a Venezuela — deixa de honrar compromissos. Na
prática, é como se o governo federal dissesse: “Se eles não pagarem, nós
pagamos por eles.” E assim tem sido desde 2016, quando Caracas deu os primeiros
sinais de insolvência. Cada parcela não quitada pelos venezuelanos virou uma
fatura enviada diretamente aos cofres do Tesouro — e, portanto, aos bolsos dos
brasileiros.
A reaproximação
política entre Lula e Maduro no início de 2023, que incluiu uma visita do
venezuelano a Brasília, parecia sinalizar avanços. Mas a cordialidade diplomática
durou pouco.
O Brasil reabriu
os canais de negociação, mas voltou a receber silêncio como resposta. A irritação
cresceu quando o Itamaraty vetou a entrada da Venezuela como parceira do BRICS —
o que esfriou ainda mais os laços entre os dois países.
A postura de
Maduro também contraria os esforços multilaterais para resolver a crise. O
Brasil já notificou os atrasos ao Clube de Paris, consórcio informal que reúne
os principais credores soberanos do planeta.
Mas a Venezuela,
isolada econômica e financeiramente, fora dos mercados internacionais e
mergulhada em hiperinflação, pouco se importa com normas e acordos do sistema
global. E tampouco demonstra disposição em retomar os pagamentos.
Segundo
estimativas, o valor total da inadimplência venezuelana seria suficiente para
bancar, com folga, programas sociais como o Vale-Gás e o Farmácia Popular. Em
vez disso, o dinheiro serve hoje para tapar um rombo externo, fruto de uma
decisão política mal calculada.
Após discussão no Salão Oval, Trump suspende ajuda
militar à Ucrânia... Leia mais
A medida interrompe o empenho de mais de 1 bilhão
de dólares (aproximadamente R$ 5,9 bilhões) em ajuda militar em andamento e
encomendadas, inclusive o envio de armas e equipamentos que já estavam a
caminho, em território polonês, prontos para a entrega final aos ucranianos,
de acordo com o The New York Times.
A ordem veio após uma série de reuniões na Casa
Branca na segunda-feira entre Trump e seus assessores de segurança nacional.
De acordo com fontes, que falaram em condição de anonimato para veículos e
agências de notícias, a decisão deve vigorar até a Ucrânia demonstrar boa
vontade com as negociações de paz com a Rússia.
Trump escreveu em sua rede social que a oposição
de Zelenski a um rápido acordo de paz com Moscou poderia custar-lhe o cargo.
"Talvez alguém não queira fazer um acordo, e se alguém não quiser fazer um
acordo, não acho que essa pessoa ficará por aqui por muito tempo. Essa pessoa
não será ouvida por muito tempo, porque acho que a Rússia quer fazer um
acordo."
A decisão do presidente americano é a primeira
consequência do bate-boca ocorrido na última sexta-feira (28/02), quando Trump
pressionou Zelenski a aceitar um acordo rápido e incondicional para encerrar a
guerra. Zelenski demonstrou desconfiança em relação ao compromisso do
presidente russo, Vladimir Putin, de pôr fim à guerra e chamou o presidente
russo de "assassino", o que enfureceu Trump. O presidente americano acusou
Zelenski de estar "jogando com a Terceira Guerra Mundial" e de "não ser muito
grato" em relação ao apoio concedido pelos EUA.
Após os momentos de tensão, o acordo previsto para ser
assinado naquele dia - em que a Ucrânia cederia a exploração de recursos
minerais estratégicos em troca de apoio ou garantias de segurança contra a
Rússia - não foi assinado, e uma coletiva de imprensa conjunta prevista para
aquele dia foi cancelada. A decisão de Trump aumenta ainda mais o rompimento
entre Washington e Kiev, o que deve beneficiar Putin. Se a suspensão for
longa, ele poderá usar o tempo para pressionar por mais ganhos territoriais na
Ucrânia, avaliam observadores.
A suspensão da ajuda militar americana também coloca os
EUA em conflito com seus principais aliados da Organização do Tratado do
Atlântico Norte (Otan). A maioria das nações europeias, lideradas pela França,
Alemanha e Reino Unido, prometeu aumentar a ajuda à Ucrânia nos últimos dias,
apoiando Zelenski em sua disputa com o governo Trump.
A Rússia disse nesta terça-feira, que a suspensão
da ajuda dos EUA à Ucrânia foi a "melhor contribuição para a paz", de acordo
com o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov. Ele acrescentou: "Veremos como a
situação no terreno evolui", enfatizando que os EUA têm sido o principal
fornecedor militar da Ucrânia desde que Moscou lançou sua ofensiva na Ucrânia,
em fevereiro de 2022.
No entanto, os países europeus são os principais
apoiadores da Ucrânia. De acordo com o Instituto para Economia Mundial de Kiel
(IFW), os membros da União Europeia juntamente com Islândia, Noruega, Suíça e
Reino Unido já disponibilizaram 138,7 bilhões de dólares para a Ucrânia desde
o início da guerra, enquanto os Estados Unidos contribuíram com 119,7 bilhões
de dólares no mesmo período.
O ATOR GENE HACKMAN E SUA ESPOSA FORAM
ENCONTRADOS MORTOS EM SUA CASA:
Encontrados mortos em casa:
Gene Hackman, um dos grandes nomes do cinema, foi
encontrado morto aos 95 anos ao lado de sua esposa, Betsy Arakawa, de 63
anos, em sua residência... Leia mais
A descoberta foi feita pela polícia
do Condado de Santa Fé, que notificou a imprensa sobre o caso. De acordo com
Denise Womack-Avila, porta-voz das autoridades locais, a causa das mortes
ainda não foi determinada, mas não há indícios de crime. O casal foi
encontrado junto com seu cão de estimação.
Hackman teve uma carreira brilhante ao longo de mais de seis décadas e
conquistou dois Oscars: Melhor Ator por “Operação França” (1971) e Melhor Ator
Coadjuvante por “Os Imperdoáveis” (1992).
A notícia de sua morte gerou grande comoção em Hollywood, especialmente por
ocorrer poucos dias antes da cerimônia do Oscar deste ano. A investigação
segue em andamento e novas informações devem ser divulgadas conforme o caso
avança.
Fonte: O Antagonista.
JOVENS LIBERTADAS PELO HAMAS DENUNCIAM QUE
INSTALAÇÕES DA ONU SÃO USADAS COMO CATIVEIRO: