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O
Hamas lançou uma ofensiva surpresa contra Israel no início da manhã do
sábado (7), que incluiu o lançamento de foguetes e a infiltração de
terroristas armados em território israelita. Foram lançados em média
entre 2 e 5 mil foguetes. Em paralelo, terroristas do Hamás
ultrapassaram as cercas de trechos que dividiam Israel da Faixa de Gaza,
invadindo vilarejos próximos, atirando contra civis e levando diversas
pessoas em cativeiro, entre mulheres, crianças, idosos e soldados -
números especulam cerca de 30 sequestrados, mas o número pode ser muito
maior.
No
domingo (8), o gabinete de segurança de Israel emitiu uma declaração
oficial de guerra contra o Hamas; medida permitirá ao governo decretar
uma mobilização mais ampla. O conflito entre Israel e o grupo islâmico
Hamas entrou no segundo dia, com o registro de novas explosões na Faixa
de Gaza. Até o momento, o ataque do Hamas e a reação israelense deixaram
mais de 900 mortos, segundo autoridades.
Israel declarou que vai evacuar todos os israelenses ao redor da Faixa
de Gaza em 24 horas. O governo fez o anúncio em meio a uma força-tarefa
para resgatar civis que são mantidos reféns pelo Hamas. Em paralelo, Tel
Aviv faz uma série ataques contra instalações do Hamas em Gaza.
A
ofensiva lançada por terra, mar e ar pelo movimento islâmico que governa
Gaza deixou até agora mais de 200 mortos, incluindo 26 soldados, e mais
de 1.000 feridos em solo israelense, segundo o Exército, que acusou o
Hamas de massacrar civis em suas próprias casas, já em Gaza, 313
palestinos morreram e quase 2.000 ficaram feridos em ataques israelenses
lançados em resposta, afirmou o Hamas em um novo balanço.
Fonte: Uol, G1
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