Sou uma Múltipla Artista e Comunicadora de
Artes e foi através da arte que encontrei diferentes caminhos: A Dança
me ensinou sobre disciplina, expressão e liberdade; o Teatro me ensinou
a olhar para o outro, experimentar personagens e contar histórias; a
Capoeira me ensinou sobre cultura, resistência, corpo, musicalidade e
ancestralidade; e a Arte-Educação me mostrou que tudo isso poderia
ganhar ainda mais sentido quando compartilhado com outras pessoas.
Hoje, trabalho levando arte para diferentes espaços, principalmente através
de aulas, oficinas, projetos e experiências com crianças, adolescentes e
comunidades.
Minha trajetória também me levou a criar personagens, projetos, oficinas e
espetáculos. Entre eles, nasceu a querida Vovó Genô, uma personagem que
carrega alegria, criatividade e muita vontade de levar arte para as pessoas.
E talvez essa seja uma das coisas mais bonitas da minha caminhada: perceber
que eu não precisei escolher apenas uma forma de ser artista.
Posso dançar.
Posso atuar.
Posso jogar Capoeira.
Posso ensinar.
Posso criar.
Posso comunicar.
Posso estar em diferentes lugares e, em todos eles, continuar sendo eu.
Sou uma artista independente, apaixonada pelo que faço e ainda em constante
construção.
Porque minha história com a arte não está pronta.
Ela continua sendo escrita a cada aula, a cada palco, a cada projeto, a cada
criança que dança, a cada pessoa que se permite experimentar algo novo.
Eu sou Juliana Lima.
Artista, Arte-Educadora e Comunicadora de Artes.
E acredito profundamente que a arte pode transformar.
Porque, antes de transformar o mundo, muitas vezes ela começa transformando
quem se permite vivê-la.
ENTREVISTA COM JULIANA LIMA.
SEUS TRABALHOS
INCLUEM:
Apresentações temáticas em escolas,
creches e teatros;
apresentações para asilos,
comunidades;
caracterizações e muito mais!
"Dou
aulas de Teatro, Dança, Capoeira, Dança Criativa e outras linguagens
artísticas.
Mas, para mim, ensinar arte nunca foi apenas ensinar movimentos, passos ou
técnicas.
É criar possibilidades. É fazer uma criança descobrir que ela consegue. É
ver alguém que tinha vergonha começar a se expressar. É transformar uma sala
em palco. É transformar um movimento em descoberta. É transformar uma
experiência em memória.
Por isso, gosto de dizer que eu não trabalho apenas com arte.
Eu trabalho com experiências através da arte".
UM POUCO DE COMO TUDO
COMEÇOU:
Minha
história com a arte começou muito cedo. Desde criança, a arte sempre esteve
presente na minha vida e, com o passar dos anos, fui descobrindo que ela
poderia ser muito mais do que uma paixão: poderia ser uma forma de me
expressar, de me conectar com as pessoas e, principalmente, de transformar
vidas.